O que tem dentro da bolsa do fotógrafo?

sexta-feira, 16 de novembro de 2012
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A bolsa de Hans Rauchensteiner e o equipamento que ele utiliza atualmente:

Câmeras: EOS-1D Mark IV e EOS-1D Mark III

Lentes: EF14mm f/2.8L II USM, EF70-200mm f/2.8L IS II USM, EF400mm f/2.8L IS USM, EF500mm f/4.5L USM e EF600mm f/4L IS USM

Acessórios: Tripé Manfrotto e um laptop

Há quase 40 anos, Hans Rauchensteiner trocou a carreira de engenheiro mecânico pela fotografia e, desde então, permanece na linha de frente da sua profissão, tendo fotografado todas as Copas do Mundo a partir de 1974. Entre uma Copa e outra, Hans manteve também longas colaborações com o Bayern de Munique e com a Federação Alemã de Futebol. Abaixo, alguns exemplos do seu trabalho:












Fotos de Hans Rauchensteiner publicadas no site da Canon.

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Irving Penn morre aos 92 anos

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Irving Penn

Da Folha Online

Um dos mais prolíficos fotógrafos de moda do século 20, Irving Penn morreu nesta quarta-feira em sua casa em Nova York. Penn tinha 92 anos. A morte foi anunciada por seu amigo e representante Peter MacGill, informou o New York Times.

O fotógrafo marcou época por sua mistura de elegância clássica e minimalismo. O talento de Irving Penn foi reconhecido por várias publicações e museus do mundo inteiro. Ele trabalhou por muitas décadas para a revista Vogue, colaboração que começou em 1943.


Primeira capa fotografada para a Vogue (1943)


Vogue, julho de 2007


Vogue, julho de 2007


Vogue, julho de 2007


Vogue, julho de 2007

As suas imagens também foram exibidas em museus, galerias e se tornaram objeto de desejo de colecionadores.

Irving Penn fotografou ainda inúmeros artistas e escritores. Alguns desses retratos se tornaram ícones de seus personagens.



Pablo Picasso, Cannes, França, 1957


Truman Capote, Nova York, 1948


Simone de Beauvoir, Paris, 1957


Jean Cocteau, Paris, 1948


Francis Bacon, Londres, 1962


Igor Stravinsky, Nova York , 1948


S. J. Perelman, Nova York, 1962

Para ler a matéria de três páginas do New York Times publicada hoje em homenagem a Irving Penn, entre aqui.

Para ler o obituário de três páginas do Los Angeles Times, entre aqui.

Para ler o artigo "The Mighty Penn", publicado na Vogue americana em julho de 2007, entre aqui.

Para ler o artigo "The Stranger Behind the Camera", publicado na Vogue americana em novembro de 2004, entre aqui.

Para saber tudo sobre Irving Penn, entre aqui.

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Rock'n Roll E Fotógrafos

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Pavement, Reading (Inglaterra), 1995 (Danny Clinch)


Frank Zappa, Nova York, 1967 (Jerry Schatzberb)


Little Richard, São Francisco, 1969 (Baron Wolman)


Amy Winehouse, Miami, 2007 (Max Vadukul)


Mick Jagger, Philadelphia, 1982 (Michael Putland)


Elton John, Sundown Theatre, Edmonton, 1973 (Barrie Wentzell)


Kurt Cobain, Seattle, 1990 (Ian Tilton)


Alice Temple, Nova York, 2008 (Ari Marcopoulos)


Mick Jagger (Albert Watson)


Concerto da banda Mudhoney, Washington, 1991 (Charles Peterson)


REM, Athens, Georgia, 1984 (Laura Levine)


The Ramones, Nova York, 1976 (Roberta Bayley)


The Clash (Pennie Smith)


The Ramones (Ian Dickson)


Wilson Pickett e Jimi Hendrix (William PoPsie Randolph)


John Lennon, Nova York (Bob Gruen)


Johnny Cash (Jim Marshall)


Bob Dylan, Nova York, 1963 (Don Hunstein)


Madonna, Nova York, 1983 (Maripol)

Artigo de Claire O'Neill na NPR (National Public Radio)

Johnny Cash mostra o dedo do meio para a câmera. John Lennon usa uma camiseta estampando "New York City" no terraço de um prédio. Kurt Cobain puxa o cabelo e chora atrás do palco. Na capa do disco "London Calling", Paul Simonon, da banda The Clash, levanta seu contrabaixo no palco para quebrá-lo.

Estas são imagens icônicas que criaram a nossa visão do rock. Nós conhecemos os roqueiros, mas quem fez as fotos?

Jim Marshall, Bob Gruen, Ian Tilton e Pennie Smith são os seus nomes, respectivamente. Eles são quatro dos mais de cem fotógrafos mostrados em um novo livro: "Quem fotografou o Rock & Roll: Uma história fotográfica, de 1955 até hoje" (Who Shot Rock & Roll: A Photographic History, 1955 to the Present). De um rebolativo Elvis em 1955 direto para o cabelão da Amy Winehouse - do início do pop rock à Invasão Britânica, do punk ao New Wave - o livro cobre não só alguns dos momentos mais icônicos, como também as histórias por trás deles.

O gênero musical evoluiu dramaticamente desde Elvis, assim como o gênero fotográfico. No começo, existiam muito poucos fotógrafos de rock. E os poucos que existiam, não tinham nenhum problema em ir aos shows e fotografar toda a performance dos artistas. Hoje, um fotógrafo tem sorte se conseguir uma credencial para um show e mais sorte ainda se puder fotografar mais de uma música. Ian Tilton explica por e-mail:

"Quando eu fotografava as grandes turnês nos anos 80 e no início dos 90, nós podíamos fotografar o show inteiro. Aí, no meio dos anos 90, alguém disse: 'Você só pode fazer as três primeiras músicas.' Agora, as três primeiras músicas não representam nada - a banda ainda está entrando no clima do show; eles ainda nem estão suados! E é isso que a fotografia do grande rock and roll ao vivo precisa: atmosfera, suor e a banda 'se perdendo na música'. Isso nunca vai acontecer no início do show. É quase sempre no final! Você acha que eu ia conseguir fazer essas fotos clássicas do Kurt Cobain quebrando a guitarra nas três primeiras músicas?"

Escrito pelo historiador fotográfico Gail Buckland, o livro é um dos primeiros a contar a história do rock 'n' roll com ênfase naqueles que construíram a sua imagem. O que seria o rock sem aquela foto da capa de "Freewellin' Bob Dylan" ou aquela do Elton John "plantando bananeira" sobre o piano? A fotografia não criou o rock, mas certamente ajudou a criar a nossa visão dele.

As fotos do livro serão expostas no Brooklin Museum, em Nova York, de 30 de outubro a 31 de janeiro.

Traduzido e editado pelo Blog da Foto.

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Marte Sobrenatural

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Foto de Marte divulgada hoje pela Nasa

Do Portal G1

O jipe-robô Spirit tem uma câmera frontal para evitar acidentes. Foi com essa câmera que o equipamento da Nasa, a agência espacial americana, tirou uma foto da paisagem, sem deixar de registar seu próprio "braço" robótico. A imagem também mostra a roda direita dianteira, que infelizmente não funciona desde 2006.

O jipe-sonda continua em um ponto de Marte chamado Troia. Spirit e seu primo Opportunity trabalham em Marte há cerca de 58 semanas, já fazendo hora-extra. A previsão original é que a missão duraria só três meses.

Retificação: Depois de postar essa foto de Marte, acho que vou ter que mudar o texto da apresentação do blog, na coluna aí do lado. Ao invés de "as mais belas imagens produzidas no planeta...", ficaria "as mais belas imagens produzidas no sistema solar". Pelo menos, enquanto não chegarmos a outras galáxias.

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A Família Obama

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Mesmo tendo um super-fotógrafo à disposição 24 horas por dia (Pete Souza, fotógrafo oficial da Casa Branca), o presidente Barack Obama convidou a célebre Annie Leibovitz para fazer a foto oficial da família. O registro foi feito no Salão Verde da Casa Branca, no dia 1º de setembro passado, mas só foi divulgado hoje.

Annie Leibovitz, muito provavelmente, sugeriu as roupas em tons de preto e branco vestidas por toda a família, deixando como única peça colorida a gravata grená do presidente. Sentados em duas poltronas dispostas em V e abraçados pelas filhas Sasha e Malia, Obama e Michele aparecem sorridentes e confortáveis diante da câmera.

A luz muito suave parece ser ambiente, mas em se tratando de Annie Leibovitz nada é tão simples como aparenta. Certamente, ela chegou à Casa Branca algumas horas antes da sessão de fotos para montar os seus flashes, rebatedores, refletores, etc. Tudo para, no final, passar a sensação de que não usou nada disso. Apenas apontou a câmera, pediu a todos um belo sorriso e apertou o botão. Assim como faz qualquer fotógrafo em qualquer lugar do mundo. E é exatamente esse o segredo de Annie, uma sofisticada simplicidade.

Para ver outras fotos da família Obama, entre na página da Casa Branca no Flickr e se surpreenda com a incrível qualidade do trabalho de Pete Souza, o fotógrafo oficial que não fez a foto oficial.

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Fotos E História

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Matéria enviada por Renata Mello





Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh, no Paquistão, durante a guerra contra a invasão soviética.

Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista.

No entanto, ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou, realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos, e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.



"Rebelde Desconhecido" foi a alcunha atribuída a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado frente a uma linha de tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen, em 1989, na República Popular Chinesa.

A foto foi tirada por Jeff Widener e, na mesma noite, foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar.

No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para impedir o avanço de um esquadrão militar.



Esta foto foi feita por Victor Jorgensen na Times Square, Nova York, em 14 de agosto de 1945. Um marinheiro americano beija apaixonadamente uma enfermeira, e o inusitado da situação é que eles não se conheciam.

A fotografia, um grande ícone, é considerada uma analogia do sentimento de poder voltar para casa depois de muito tempo ausente, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.



Esta bela foto, que data de 1950, é considerada a mais vendida de todos os tempos. Isso devido à intrigante história com que foi descrita durante muitos anos: dizia-se que a foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau, que encontrava-se em um café.

O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se enquanto caminhavam no meio da multidão.

Essa foi a história que se conheceu durante muitos anos. Até 1992, quando dois impostores se fizeram passar pelo casal protagonista da foto.

Indignado pela falsa declaração, Doisneau revelou a verdade declarando que havia pedido a dois transeuntes que posassem para ele em troca de uma cópia da foto como agradecimento.

Alguns anos depois, Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias da foto e recebeu 200 mil dólares.



"O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei o coronel com minha câmara?" Palavras de Eddie Adams, autor desta foto, que mostra o assassinato de um guerrilheiro vietcong pelo chefe de polícia de Saigon, em fevereiro de 1968.

Adams, correspondente em 13 guerras, obteve um prêmio Pulitzer pela foto, mas ficou tão emocionalmente tocado por ela que se converteu em fotógrafo paisagístico.



Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali se encontrava Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem.

Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele.

Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.

Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, com dois filhos e reside no Canadá onde preside a "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.



A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois.

O Instituto de Arte de Maryland (EUA) denominou-a "a mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século 20". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história. Expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações e segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais.

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Velhos Tempos

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Mesa de luz do mestre Walter Firmo
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